Ban no server PSD Pistoleiros sem dedo...

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Mensagem por GC* Cb. Tit4n em Seg Mar 07, 2011 1:15 am

Pessoal dia 07/03/2011 as 01:29 da manha estava jogando no server PSD no mapa vacant qdo um dos adm deste clan me baniu, por varar ali na bomba B, a parede e matar um player no canto naquele lugar manjado.....Me chamou de hacker e simplesmente me baniu, acho que se trata de um clan novo, com players pouco experientes no jogo.......
Quero que fique registrado que como ex LgN e atual C|G e mesmo antes nunca fiz uso de cheater e nunca farei.......
Adms de nosso clan, peço que por favor tomem algum tipo de providencia aja visto ser o nome de nosso clan que esta em jogo....

Contando com a colaboração dos Srs desde já agradeço.....


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Re: Ban no server PSD Pistoleiros sem dedo...

Mensagem por Convidado em Seg Mar 07, 2011 10:46 am

Camarada Demolidor.

Primeiramente eu quero me desculpar pela atitude do elemento sem qualificação, ter usado o kick por este motivo, me sinto envergonhado que ainda existam adms assim, minhas sinceras desculpas! FATO Exclamation
Segundamente, é muito comum qualquer player que estude o mapa, o jogo, os players e os mods enteder das posições e locais para atirar, a isto dou o nome de habilidade!FATO Exclamation
Terceiramente, não espere que eu(falo por mim somente!) vá entrar em contato com um clan de desqualificados, ignóbeis, imbecis e dromedários(aí essa dueu!Punk mod ON) por um motivo tosco como este, FATO Exclamation
E por último joga o teu jogo em server de gente que te conheça, pois tem serverzinho aí que ta osso!
Lembre-se você é um GC nasceu grande e forte...vou explicar assim:

Arrow "Tu choraste em presença da morte?
Na presença de estranhos choraste?
Não descende o covarde do forte;
Pois choraste, meu filho não és!
Possas tu, descendente maldito
De uma tribo de nobres guerreiros,
Implorando cruéis forasteiros,
Seres presa de vis Aimorés.

"Possas tu, isolado na terra,
Sem arrimo e sem pátria vagando,
Rejeitado da morte na guerra,
Rejeitado dos homens na paz,
Ser das gentes o espectro execrado;
Não encontres amor nas mulheres,
Teus amigos, se amigos tiveres,
Tenham alma inconstante e falaz!

"Não encontres doçura no dia,
Nem as cores da aurora te ameiguem,
E entre as larvas da noite sombria
Nunca possas descanso gozar:
Não encontres um tronco, uma pedra,
Posta ao sol, posta às chuvas e aos ventos,
Padecendo os maiores tormentos,
Onde possas a cabeça pousar.

"Que a teus passos a relva se torre;
Murchem prados, a flor desfaleça,
E o riacho que límpido corre,
Mais te acenda o vesano furor;
Suas águas depressa se tornem,
Ao contacto dos lábios sedentos,
Lago impuro de vermes nojentos,
Donde fujas com asco e terror!

"Sempre o céu, como um teto incendido,
Creste e punja teus membros malditos
E oceano de pó denegrido
Seja a terra ao ignavo tupi!
Miserável, faminto, sedento,
Desgraças não faltem nos sonhos,
E do horror os espectros medonhos
Traga sempre o cobarde após si.

"Um amigo não tenhas piedoso
Que o teu corpo na terra embalsame,
Pondo em vaso d’argila cuidoso
Arco e frecha e tacape a teus pés!
Sê maldito, e sozinho na terra;
Pois que a tanta vileza chegaste,
Que em presença da morte choraste,
Tu, cobarde, meu filho não és." Arrow

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Re: Ban no server PSD Pistoleiros sem dedo...

Mensagem por GC* Cb. Tit4n em Seg Mar 07, 2011 11:41 am

Detephonn vc é um monstrooooo.........kkkkkkkkkkkkk
Mais vlw, vo fazer isso é que é chato sabe, as vezes um brother do jogo pode chamar vc pra aquele (bendito) clan e vc estar com ban, mais vlw pelas belas palavras, como disse vc é um monstro consagrado...rsrsrsrs..Abraçoss Detefha meu frag..kkkkkk

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Re: Ban no server PSD Pistoleiros sem dedo...

Mensagem por GC* Gen. Aspirante em Seg Mar 07, 2011 12:05 pm

Mano levar, ban de noob que não sabe jogar, nem de bola entre em servers conhecidos que não vai ter esse problema.
E adms com Rcon, Olho por olho, dente por dente, se esses merdas entrarem aqui ban neles.
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Re: Ban no server PSD Pistoleiros sem dedo...

Mensagem por DiegoBalero em Seg Mar 07, 2011 12:11 pm

Esse Detepha é uma figura mesmo shaushauhsuahsuahdushdsa

Só ele para escrever um texto desce tamanho, para um motivo tão tosco!!!!!!!!


ashuashuahsauhsaushau
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Re: Ban no server PSD Pistoleiros sem dedo...

Mensagem por GC* Cb. Tit4n em Seg Mar 07, 2011 4:54 pm

É isso ae aspira, se entrarem bann
bann
bann
bann
huahuahuauhauhauha...

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Re: Ban no server PSD Pistoleiros sem dedo...

Mensagem por Convidado em Ter Mar 08, 2011 9:36 pm

Descupas se me extendi pelo texto do poema de Gonçalves Dias...mas quem não conhece mjnha segunda formação acadêmica é letras, por isso me extendi...
Vai aí uma explicação sobre o poema...
Biografia
Antonio Gonçalves Dias é poeta romântico da l° fase do romantismo brasileiro, que não satisfeito de descrever subjetivamente a impressão que lhe causavam as particularidades do amor, da natureza e dos costumes da pátria, conseguiu também, identificar-se mais objetivamente com as idéias e expressões dos indígenas apesar de também idealizá-los ao modo romântico.
Usando para tal, impressões que guardara dos nossos nativos de quando teve contato na sua infância.
É preciso atentar para um detalhe da obra deste autor_ sua verdadeira verve musical que encontra abrigo nas canções e tambores nativos .
Por esta razão, na visão de alguns críticos, ele é um vate indígena, pois, na sua poesia indianista, explica ou ressuscita as visões, entoa cânticos guerreiros, canta sacrifícios e combate sanguinolentos.
Ora outra também chora como um Marabá os desígnios de raça indígena, ora se reveste de menino índio rara falar dos encantos da mãe d’água.
Ou, como é o nosso caso se transviaste no índio Timbira, relembra as proezas do herói Tupi, em I - Juca Pirama.
Gonçalves Dias publicou Últimos Cantos em 1851 obra em que se encontra o poema "I – Juca Pirama".
Esta obra é considerada pelos críticos como um dos mais elaborados poemas do Romantismo brasileiro.
PS: l –Juca Pirama. traduzido literalmente da língua tupi equivale em português a àquele que há de ser morto e, como veremos este é o grande tema da obra.
Personagens
I – JUCA PIRAMA
típico herói romantizado, perfeito, sem mácula que desperta bons sentimentos no homem burguês leitor
O VELHO TUPI
simboliza a tradição secular dos índios tupis. É o pai de I – Juca Pirama
OS TIMBIRAS
índios ferozes e canibais
O VELHO TIMBIRA
narrador e personagem ocular da estória

Enredo
Neste momento faço a citação de uma síntese muito bem - elaborada pelo prof. Deneval S. Azevedo Filho:
Um "eu narrador " conta as lembranças de um velho índio Timbira que, também com status de narrador, num clima trágico e lírico, narra a história do último guerreiro tupi l-Juca-Pirama_ remanescente de sua tribo em conjunto ao pai, um velho chefe guerreiro cego e doente.
O herói tupi é feito prisioneiro pelos Timbiras, guerreiros ferozes e canibais. Antes de ser morto, do guerreiro tupi é exigido que entoe o seu canto de morte, cantando seus leitos, sua bravura e suas aventuras, pois a sua coragem de guerreiro e a sua honra - acreditavam os Timbiras - passariam para todos que, depois do rito de morte, comessem as partes do seu corpo.
I-Juca-Pirama conta sua história, fala de sua bravura, das tribos inimigas, das suas andanças, de lutas contra Aimorés, mas, pensando no pai cego e doente, velho e faminto, sem guia, pede que o deixem viver. ("Deixai-me viver! - canto IV).
Seu ato é interpretado como covardia e o chefe dos Timbiras ordene que o soltem (Soltai-o – canto V ) e depois de ouvir o guerreiro, ordena-lhe: "És livre; parte.".
O guerreiro tupi promete-lhe que voltará depois da morte do pai.
No canto VI, de volta ao pai, o herói, que foi preparado para o ritual, conversa com o pai cego que sente o cheiro forte das tintas que haviam sido passadas no corpo do prisioneiro, tintas próprias dos rituais de sacrifício.
Destarte pergunta ao filho:
• _"Tu prisioneiro, tu?". E ao ficar sabendo pelo próprio filho o que acontecera, desconhecendo o verdadeiro motivo de sua volta (zelar pelo pai doente), o velho leva-o de volta aos Timbiras e o maldiz, rogando-lhe pragas e desejando-lhe que nem a morte o receba.
O filho reage e resolve mostrar que não é covarde. Grita "Alarma! alarma" o seu grito de guerra. O velho escuta, tomado de súbito pela reação do filho que luta bravamente, golpeando inimigos e destruindo a tribo timbira até que o chefe lhe ordena "Basta!".
A honra do herói é então recuperada. Chorou pelo pai o moço guerreiro. E ao ser mal interpretado lutou como um bravo "valente e brioso".
Realmente é uma bela estória, não é mesmo? Certamente você já deve ter visto filmes hollywoodianos com um enredo bem menos criativo.
No Brasil acredita-se que a alta cultura não é acessível ao popular e desta forma surge uma descriminação às avessas_ de baixo para cima. O leitor no Brasil recebe alcunha de alienado e pasmem_ ignorante de sua própria realidade!
Observe como a estória descrita acima é de um enredo extremamente popular, para não dizer até apelativo.
Como é claro compreender que o aluno é um agente de mudanças, carecemos que você leia a obra para que possa vivenciar o quão grandiosa é a arte brasileira.
Bem, continuemos a tratar do resumo:

• TEMA
O índio adequado a um forte sentimento de honra, simboliza a própria força natural do ameríndio, sua alta cultura acerca de seu povo representado no modo como este acata o rígido código de ética de seu povo.
O índio brasileiro é um clone do cavaleiro medieval das novelas européias românticas como as de Walter Scott.

• ENREDO E CANTOS
O poema nos é apresentado em dez cantos, organizados em forma de composição épico – dramática. Todos sempre pautam pela apresentação de um índio cujo caráter e heroísmo são salientados a cada instante.
Há muita musicalidade haja visto o título acima ( Cantos ) por isto o vestibulando deve sempre estar atento para as medidas poéticas ( decassílabos e alexandrinos ) isto poderá ser tema de questão no vestibular.
Veja abaixo uma tabela auto - explicativa de cada canto:
Cantos em ordem numérica Enredo
CANTO 1 Apresentação e descrição da tribo dos Timbiras
CANTO 2 Narra a festa canibalística dos timbiras e a aflição do guerreiro tupi que será sacrificado.
CANTO 3 Apresentação do guerreiro tupi – I – Juca Pirama
CANTO 4 I- Juca Pirama aprisionado pelos Timbiras declama o seu canto de morte e pede ao Timbiras que deixem-no ir para cuidar do pai alquebrado e cego.
CANTO 5 Ao escutarem o canto de morte do guerreiro tupi, os timbiras entendem ser aquilo um ato de covardia e desse modo desqualificam-no para o sacrifício.
CANTO 6 O filho volta ao pai que ao pressentir o cheiro de tinta dos timbiras que é específica para o sacrifício desconfia do filho e ambos partem novamente para a tribo dos timbiras para sanarem ato tão vergonhoso para o povo tupi
CANTO 7 Sob alegação de que os tupis são fracos, o chefe dos timbiras não permite a consumação do ritual.
CANTO 8 O pai envergonhado maldiz o suposto filho covarde
CANTO 9 Enraivecido o guerreiro tupi lança o seu grito de guerra e derrota a todos valentemente em nome de sua honra
CANTO 10 O velho Timbira ( narrador ) rende-se frente ao poder do tupi e diz a célebre frase: "meninos, eu vi"

• NARRATIVA
Foco narrativo em terceira pessoa.

• CRÍTICA
Como a obra é indianista e é muito fácil caracterizar isto pelo léxico utilizado, o aluno não terá o que temer para identificar o estilo na hora da prova_ vale ressaltar a musicalidade dos versos que é uma característica típica de Gonçalves Dias.
O poema I–Juca Pirama nos dá uma visão mais próxima do índio, ligado aos seus costumes, convenhamos dizer que ainda é muito idealizado e moldado ao gosto romântico.
O índio integrado no ambiente natural, e principalmente adequado a um sentimento de honra, reflete o pensamento ocidental de honra tão típico das novelas de cavalaria medievais_ é o caso do texto Rei Arthur e a Távola Redonda.
Para melhor explicitar o exposto acima, citamos na íntegra fragmento do comentário feito em Literatura Comentada - Gonçalves Dias, da Abril, p. 1011
Se os europeus podiam encontrar na Idade Média as origens da nacionalidade, o mesmo não aconteceu com os brasileiros.

Provavelmente por essa razão, a volta ao passado, mesclada ao culto do bom selvagem, encontra na figura do indígena o símbolo exato e adequada para a realização da pesquisa lírica e heróica do passado.
O índio é então redescoberto.
Embora sua recriação poética dê idéia da redescoberta de uma raça que estava adormecida pela tradição e que foi revivida pelo poeta.

O idealismo, a etnografia fantasiada , as situações desenvolvidas como episódios da grande gesta heróica e trágica da civilização indígena brasileira, a qual sofre a degradação do branco conquistador e colonizador, têm na sua forma e na sua composição reflexos da epopéia. da tragédia clássica e dos romances de gesta da Idade Média.
Assim o índio que conhecemos nos versos bem elaborados de Gonçalves Dias é uma figura poética, um símbolo.
Gonçalves Dias centra I – Juca Pirama num estado de coisas que ganham uma enorme importância pela inevitável transgressão cometida pelo herói, transgressão de cunho romanesco (o choro diante da morte) que quando transposta a literatura gera uma incrível idealização dos estados de alma.
Como exemplo, podem-se citar as reações causadas pelo "suposto medo da morte". Com isso, o autor transforma a alma indígena em correlativos dos seus próprios movimentos, sublinhando a afetividade e o choque entre os afetos: há uma interpenetração de afetos (amor. ódio, vingança etc.) que estabelece uma harmonia romântica entre o ser que esta sendo julgado e a sua natureza ~ a natureza indígena, com a consequente preferência pelas cenas e momentos que correspondem ao teor das emoções.
Daí as avalanches de bravura e de louvor à honra e ao caráter.

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Re: Ban no server PSD Pistoleiros sem dedo...

Mensagem por GC* Gen. Aspirante em Qua Mar 09, 2011 6:16 am

Meu deus detepha, eu fico no primeiro parágrafo quando é um texto assim grande.
Huahuhuahua

Abraç....
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